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Método

Da origem ao indicador

Primeiro se acorda o que cada número significa. Depois se unifica e se publica um painel que se entende. O software existe para que esse critério se sustente: o mesmo na base, no painel e no relatório.

  1. O que medir

    Acordo o significado de cada indicador com quem o usa e com quem decide. Sem isso, o painel só acelera o erro.

    Inventário de bancos, APIs e arquivos. O sistema de origem não se reescreve: expõe-se com campos e frequência acordados.

  2. Um só critério

    Unifico e limpo para que o painel e o relatório não se contradigam. Discute-se o problema, não qual planilha é a verdadeira.

    Qualidade, faixas e um modelo reutilizável. A regra não depende do motor (Airflow, Spark ou Celery).

  3. Mostrar para decidir

    Publico o painel onde se trabalha: claro, usável, com o que cada papel precisa.

    Apache Superset ou Power BI sobre dados já consolidados. Não é um arquivo que circula por e-mail.

  4. Continuar a funcionar

    Se uma carga falha, avisa-se. O número não fica só num gráfico: sustenta a operação.

    Novas tentativas, registro de consulta e exportação, alerta se o processo não termina.

Cada pessoa vê o que lhe corresponde. Consultas ficam registradas. Se uma atualização falha, avisa-se.

Na prática

Quando há dados e não há um critério

O padrão é institucional. A informação existe em vários sistemas; o número muda conforme quem calcula; a exportação não deixa rastro.

Antes

Cada área com o seu número

  • Relatórios montados à mão a partir de vários bancos e planilhas.
  • A mesma métrica muda de definição conforme a área.
  • Quase qualquer um exporta; não há registro de quem consultou o quê.

Depois

Um critério, visível e registrável

  • Uma definição por entidade, idêntica no painel e na exportação.
  • O painel vive no sistema de trabalho, com acesso por identidade.
  • As consultas ficam registradas. Se um processo falha, o sistema avisa.

O que fica Um critério visível no painel e na exportação, com registro de consulta. Discute-se o problema, não qual planilha é a verdadeira.