Antes
Cada área com o seu número
- Relatórios montados à mão a partir de vários bancos e planilhas.
- A mesma métrica muda de definição conforme a área.
- Quase qualquer um exporta; não há registro de quem consultou o quê.
Método
Primeiro se acorda o que cada número significa. Depois se unifica e se publica um painel que se entende. O software existe para que esse critério se sustente: o mesmo na base, no painel e no relatório.
Acordo o significado de cada indicador com quem o usa e com quem decide. Sem isso, o painel só acelera o erro.
Inventário de bancos, APIs e arquivos. O sistema de origem não se reescreve: expõe-se com campos e frequência acordados.
Unifico e limpo para que o painel e o relatório não se contradigam. Discute-se o problema, não qual planilha é a verdadeira.
Qualidade, faixas e um modelo reutilizável. A regra não depende do motor (Airflow, Spark ou Celery).
Publico o painel onde se trabalha: claro, usável, com o que cada papel precisa.
Apache Superset ou Power BI sobre dados já consolidados. Não é um arquivo que circula por e-mail.
Se uma carga falha, avisa-se. O número não fica só num gráfico: sustenta a operação.
Novas tentativas, registro de consulta e exportação, alerta se o processo não termina.
Cada pessoa vê o que lhe corresponde. Consultas ficam registradas. Se uma atualização falha, avisa-se.
Na prática
O padrão é institucional. A informação existe em vários sistemas; o número muda conforme quem calcula; a exportação não deixa rastro.
Antes
Depois
O que fica Um critério visível no painel e na exportação, com registro de consulta. Discute-se o problema, não qual planilha é a verdadeira.